terça-feira, 7 de março de 2023

ALGUNS CONSELHOS DE AMIGA:

 ALGUNS CONSELHOS DE AMIGA:

         Sorria sempre!
.           Nunca se deixe levar pela opinião dos outros. Construa sempre a sua.
.           Lute pelos seus sonhos!
.           Seja honesto.
.           Durma de consciência tranquila.
.           Mesmo que esteja com pressa, pare para ajudar alguém que precise.
.           Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.
.           A vida faz-nos engolir alguns sapos.
.           Peça desculpa sempre que necessário.
.           Diga sempre obrigada!
.           Abrace as pessoas de quem gosta e diga-lhes que gosta delas!
.           Nunca trate mal nenhuma pessoa! Nem nenhum animal!
.           Respeite sempre os mais velhos e oiça o que eles dizem.

. .         Não saia de casa sem pelo menos um copo de leite bebido e umas bolachas, para o   caminho!
.           Coma pelo menos uma peça de fruta por dia!
.           As regras de trânsito não foram escritas ao acaso... Cumpra-as!
.           A liberdade não chega com a vida adulta! Acaba!

.           Veja muitos desenhos animados, em pijama, de manhã, deitado no sofá!

.           Seja sempre amigo do seu amigo! Irmãos são amigos de sangue!
. Couve flor é horrível, mas se for em puré, é bom! Tudo na vida depende da nossa perspetiva!
.  Seja sempre grato e feliz pelo que a vida lhe trouxer!
.
Lembre-se que, perante uma adversidade, o dia seguinte é sempre melhor!

.  Nunca tome decisões quando estiver irritado ou demasiado feliz! 
Os amigos são irmãos que você pode escolher, cuide bem dos seus!
.Uma boa gargalhada faz bem à saúde!  
 .Seja o primeiro a rir de si próprio

Case com alguém que o faça rir e que ria consigo também

Se alguém tentar deitá-la ao chão, lembre-se que, provavelmente, essa pessoa só

 precisa de  atenção! Dê-lhe um abraço e mande-a embora!
.  .        Ajude as pessoas a levantarem-se, mas não permita que elas trepem por você acima.
.   .       O céu é o limite e você é capaz de ir ainda mais longe! Seja ambicioso.

 

Amigos Verdadeiros São Para Sempre

Os amigos quando são verdadeiros são amigos para sempre. Pois ainda que existam dificuldades, impedimentos, distâncias ou discussões, a amizade tudo supera.  

Não há obstáculo que consiga impedir uma amizade verdadeira, e mesmo que os amigos não se vejam ou falem durante anos, o sentimento está lá no coração de cada um.

E apesar dessas circunstâncias, mesmo afastados, se algum precisar de apoio, de conforto ou um simples ombro onde chorar, o outro não hesitará em demonstrar a sua amizade.

Pois assim é a amizade verdadeira, sempre eterna e poderosa. Um sentimento bom que torna nossas vidas mais fáceis e alegres, e o mundo um lugar mais belo.

 

In Facebook

Autor desconhecido

                       Amigo

Mal nos conhecemos 
Inaugurámos a palavra «amigo». 

«Amigo» é um sorriso 
De boca em boca, 
Um olhar bem limpo, 
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece, 
Um coração pronto a pulsar 
Na nossa mão! 

«Amigo» (recordam-se, vocês aí, 
Escrupulosos detritos?) 
«Amigo» é o contrário de inimigo! 

«Amigo» é o erro corrigido, 
Não o erro perseguido, explorado, 
É a verdade partilhada, praticada. 

«Amigo» é a solidão derrotada! 

«Amigo» é uma grande tarefa, 
Um trabalho sem fim, 
Um espaço útil, um tempo fértil, 
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa! 

Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' 

                       
            Zuzu Baleiro        

domingo, 5 de março de 2023

77 palavras

 QUE MAIS PODERIA ESPERAR DE UMA SEXTA-FEIRA TREZE?

Levantei-me sonolenta... Sentia frio... Resolvi ir tomar banho. Abri a torneira da água quente, enquanto me despia. Entrei no poliban e Ui!!! a água escaldava!!  Tentei controlar com a água fria, mas nada! A água saía da torneira a ferver. Não sabia o que fazer. Saí do poliban, a tremer de frio. Cá fora, tentei regular as torneiras para que a água  saísse tépida.  Entrei , peguei na esponja, não tinha espuma de banho! Voltei a sair, molhada... 

Universidade Sénior de Massamá

5 de Março 2023

Zuzu Baleiro






Dançam palavras

 


DANÇA DE PALAVRAS

 

Palavras dançam de roda

amor, 

ternura, 

amizade,

alegria

DANÇA DE PALAVRAS


 

SEBASTIÃO DA GAMA

 


Sebastião Artur Cardoso da Gama (Vila Nogueira de Azeitão, 10 de abril de 1924  Lisboa, 7 de fevereiro de1952) foi um poeta e professor português,

Sebastião da Gama licenciou-se em Filologia Românica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa1 , em1947.

Foi professor em Lisboa, na Escola Industrial e Comercial Veiga Beirão, em Setúbal, na Escola Industrial e Comercial (atual Escola Secundária Sebastião da Gama) e, em Estremoz, na Escola Industrial e Comercial local.

Colaborou nas revistas Mundo Literário 2 (1946-1948), Árvore e Távola Redonda.

A sua obra encontra-se ligada à Serra da Arrábida, onde vivia e que tomou por motivo poético de primeiro plano (desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mãe, de 1945), e à sua tragédia pessoal, motivada pela doença que o vitimou precocemente, a tuberculose.

Uma carta sua, enviada em agosto de 1947, para várias personalidades, a pedir a defesa da Serra da Arrábida, constituiu a motivação para a criação da LPN Liga para a Protecção da Natureza, em 1948, a primeira associação ecologista portuguesa.3

O seu Diário, editado postumamente, em 1958, é um interessantíssimo testemunho da sua experiência como docente e uma valiosa reflexão sobre o ensino.

As Juntas de Freguesia de São Lourenço e de São Simão, instituíram, com o seu nome, um Prémio Nacional de Poesia. No dia 1 de junho de 1999, foi inaugurado em Vila Nogueira de Azeitão, o Museu Sebastião da Gama, destinado a preservar a memória e a obra do Poeta da Arrábida, como era também conhecido.

Faleceu aos 27 anos, vitima de tuberculose renal, de que sofria desde adolescente.

Publicadas em vida

Poesia

·         Serra-Mãe. Lisboa: Portugália Editora, 2013

·         Loas a Nossa Senhora da Arrábida. Com Miguel Caleiro. Lisboa: Imprensa Artística, 1946

·         Cabo da Boa Esperança. Lisboa: Portugália Editora, 1947

·         Campo Aberto. Lisboa: Portugália Editora, 1951

Prosa

A Região dos Três Castelos. Azeitão: Transportadora Setubalense, 1949.

Publicadas postumamente

Pelo Sonho é que Vamos, 1953

Diário, 1958

Itinerário Paralelo, 1967.

Compilado por David Mourão-Ferreira

O Segredo é Amar, 1969

Cartas I, 1994  

  http://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_da_Gama

“Que mais poderia esperar de uma sexta-feira treze?”

 77 palavras

Treze? é um número …

Sexta-feira? dia da semana! Que antecede o fim-de-semana! Maravilha!

Juntos? Nunca me incomodaram …

“Que mais poderia esperar de uma sexta-feira treze?”

Dia de Bruxas e feitiços? Dia de azar? Não ligo!

A próxima será em Outubro, em Montalegre, certamente grande festa com o padre Fontes,

a “comandar” os festejos.

Só recordo, há muitos anos … quando se temia booms na informática e se mudava o dia no

computador e servidor…

 

Noémia Tomé

Universidade Sénior de Massamá e Monte Abraão

Março 2023


sábado, 4 de março de 2023

2 POEMAS DE SEBASTIÃO DA GAMA

 

Pequeno Poema

Quando eu nasci, 
ficou tudo como estava. 
Nem homens cortaram veias, 
nem o Sol escureceu, 
nem houve estrelas a mais... 
Somente, 
esquecida das dores, 
a minha Mãe sorriu e agradeceu. 
Quando eu nasci, 
não houve nada de novo 
senão eu. 

As nuvens não se espantaram, 
não enlouqueceu ninguém... 
P’ra que o dia fosse enorme, 
bastava 
toda a ternura que olhava 
nos olhos de minha Mãe... 

Sebastião da Gama, in 'Antologia Poética' 

Poesia Depois da Chuva

                         A Maria Guiomar 
Depois da chuva o Sol - a graça. 
Oh! a terra molhada iluminada! 
E os regos de água atravessando a praça 
- luz a fluir, num fluir imperceptível quase. 

Canta, contente, um pássaro qualquer. 
Logo a seguir, nos ramos nus, esvoaça. 
O fundo é branco - cal fresquinha no casario da praça. 

Guizos, rodas rodando, vozes claras no ar. 
Tão alegre este Sol! Há Deus. (Tivera-O eu negado 
antes do Sol, não duvidava agora.) 

Ó Tarde virgem, Senhora Aparecida! Ó Tarde igual 
às manhãs do princípio! 

E tu passaste, flor dos olhos pretos que eu admiro. 
Grácil, tão grácil!... Pura imagem da Tarde... 
Flor levada nas águas, mansamente... 

(Fluía a luz, num fluir imperceptível quase...) 

Sebastião da Gama, in 'Pelo Sonho é que Vamos'

 

Hora Vermelha

 

Por que vieste, pensamento?

 Já me bastava o Mar violento,

Já me bastava o Sol que ardia… 
P’los meus sentidos escorria 
não sei lá bem que seiva forte 
que a carne toda me deixava 
qual uma flor ou uma lava 
num riso aberto contra a Morte. 

Já me bastava tudo isto. 
Mas tu vieste, pensamento, 
e vieste duro, turbulento. 
Vieste com formas e com sangue: 
erectos seios de mulher, 
as carnes róseas como frutos. 

Boca rasgada num pedido 
a que se quer e se não quer 
dizer que não. 
Os braços longos estendidos. 
A mão em concha sobre o sexo 
que nem a Vénus de Camões. 

Aí!, pensamento, 
deixa-me a calma da Poesia! 
Aqui na praia só com ela, 
virgem castíssima, sincera!… 
Sua mão branca saberia 
chamar cordeiro ao Mar violento, 
Pôr meigo, meigo, o Sol que ardia. 
Mas tu vieste, pensamento. 
Tua nudez, que me obsidia, 

logo, subtil, encheu de alento 
velhos desejos recalcados, 
beijos mordidos 
antes de os ver a luz do Dia. 

Vai-te depressa, pensamento! 
Deixa-me a calma da Poesia. 
Fique em minh’alma o só perfume 
da cerca alegre de um convento. 

Os meus sentidos embalados 
numa suave melodia. 
(Ah!, não nos quero desgrenhados 

como quem volta de uma orgia). 

E então meus lábios mais serenos 
do que se orassem sobre um berço, 
sorrindo à Vida, 
sorrindo à Morte. 
Ah!, não nos quero assim grosseiros, 
ébrios, torcidos, 
como depois de um vinho forte. 

Sebastião da Gama, in 'Cabo da Boa Esperança' 



Conto tradicional

 

A bicha de sete cabeças

Era uma vez um filho de um rei que era muito amigo do filho de um sapateiro; brincavam sempre juntos, e o príncipe não tinha vergonha de acompanhar com o filho do sapateiro por toda a parte. O rei não estava contente com aquela confiança, e disse ao sapateiro para mandar o filho para muito longe, dando-lhe muito dinheiro; O rapaz foi-se embora, mas o príncipe assim que soube disto fugiu do palácio e foi por esse mundo além à procura do amigo. Encontrou-o passado algum tempo, abraçaram-se e foram ambos de jornada. Indo mais para diante, encontraram uma formosa menina amarrada a uma árvore. O príncipe assim que a viu ficou logo muito apaixonado, e perguntou-lhe quem é que a tinha deixado ali. Ela respondeu que não podia dizer nada, mas só pedia que a salvassem. O príncipe conheceu que ela era de sangue real, e pensou em casar com ela. Pô-la na garupa do seu cavalo e foram caminhando todos três. Pernoitaram naquela noite em um bosque onde estavam três cruzes; o príncipe e a donzela adormeceram, mas o filho do sapateiro deixou-se ficar acordado para o que desse e viesse. Lá por essa noite adiante viu vir três pombas e pousarem cada uma na sua cruz.

A primeira pomba disse: – O príncipe cuida que há de casar com a donzela, mas em ela passando ao pé dum laranjal há de pedir uma laranja, e em a comendo há de arrebentar:

 

– E quem isto ouvir e não se calar

Em pedra-mármore se  há de tornar.


A segunda pomba disse: – Ainda não é só isso; ela há de passar por pé de uma fonte e há de querer beber água, e logo que a beba há de arrebentar:

 

– E quem isto ouvir e não se calar

Em pedra-mármore se há de  tornar.


A terceira pomba disse: – Ainda não é só isso; se ela escapar de tudo, assim que chegar a casa, na noite de noivado há de vir uma bicha de sete cabeças que há de matá-la.

 

– E quem isto ouvir e não se calar

Em pedra-mármore se  há de tornar.


Ouviu o filho do sapateiro isto tudo, e quando amanheceu disse ao príncipe que era melhor voltarem para o reino, porque o rei devia de estar muito amargurado, e que lhe daria o perdão e licença para casar com a donzela, que era de sangue real. O príncipe deu pelo que disse o filho do sapateiro e meteram-se a caminho. Passaram por um laranjal, e aconteceu o que a pomba tinha dito; mas o filho do sapateiro disse que aquelas laranjas não se vendiam, e foram andando. Passaram por uma fonte, a menina quis beber, como a outra pomba tinha dito, mas o filho do sapateiro disse que não havia com que tirar a água.

 

Até que chegaram ao palácio; o rei ficou muito alegre quando viu o filho, perdoou-lhe, e sabendo que o conselho do filho do sapateiro é que o fizera voltar para casa, deu-lhe licença para viver no palácio em companhia do seu amigo. O príncipe pediu licença ao pai para casar com a menina que tinha salvado, porque ela era de sangue real; o pai disse que só dava licença ao fim de seis meses depois de a conhecer melhor e ver as suas qualidades. O certo é que o príncipe casou com ela, e perguntou ao filho do sapateiro o que é que queria de dom no dia do seu casamento. Ele disse que só queria uma coisa, e era dormir na noite do noivado no mesmo quarto. Lá lhe custou isto, mas o príncipe sempre consentiu.

 

O amigo deitou-se à porta do quarto, com uma espada escondida, e quando os noivos estavam dormindo sentiu entrar pelo quarto dentro uma grande bicha de sete cabeças. Como ele já esperava isto, descarregou um golpe certeiro e matou o monstro, mas sempre uma gota de sangue espirrou e foi bater na cara da princesa que estava adormecida. O filho do sapateiro tratou de limpar o sangue que estava pelo chão, e como visse a gota de sangue na cara da princesa foi-lho limpar com a ponta de uma toalha molhada. A princesa acordou com aquela friagem, e gritou sobressaltada para o marido:

– Vinga-me do teu melhor amigo, que me deu um beijo.

O príncipe levanta-se furioso para matar o amigo que ele julgava traidor; mas ele pede-lhe que demore o seu rigor, para contar a toda a corte o caso acontecido. Ajuntou-se toda a gente do palácio; o rapaz começou a relatar tudo, e ia-se tornando pouco a pouco em pedra-mármore. Ficaram todos com muita pena de ser tão mal paga aquela fidelidade, e o príncipe resolveu colocar a estátua de mármore, que fora o seu maior amigo, no jardim do palácio. O príncipe costumava levar os filhos a brincarem no jardim, e sentava-se ao pé da estátua chorando com pesar, e dizia:

– Quem me dera o meu amigo outra vez vivo.

– Pois se queres o teu amigo outra vez vivo – disse-lhe uma voz – mata esses teus filhos, e unta esta pedra com sangue inocente.

O príncipe hesitou, mas cheio de confiança no poder da amizade, degolou os meninos, e a estátua mexeu-se logo e apareceu ali o amigo outra vez vivo. Abraçaram-se muito, e quando o príncipe se voltou para o lugar onde estavam os filhos achou-os muito alegres a brincarem, tendo apenas em volta do pescoço uma fitinha vermelha. Nunca mais se separaram, e dali em diante viveram todos muito felizes.

 Recolhido no Algarve

ContosTradicionaisdoPovoPortuguêsporTeófiloBraga

http://pt.wikisource.org/wiki/Contos_Tradicionais_do_Povo_Portugu%C3%AAs/A_bicha_de_sete_cabe%C3%A7as

 

 

 

77 palavras

Texto sem a letra A

Ontem no metro, li um mini livro sobre detectives muito curioso, e neste momento o fim é imprevisível.

O detective Peter, um homem esperto e diligente, descobriu um crime meio complicado:  o homicídio de um escritor que deixou um bilhete dizendo  o motivo do sucedido.

No inicio, o detective Peter pensou ser um suicídio, contudo, verificou todos os indícios e por fim concluiu ser um homicídio.

Notou o corpo disposto de frente, com o dorso e os pés feridos, o que pensou ser sui generis,  pois segundo o médico que investigou o corpo, o óbito foi por botulismo, (veneno).  O punho ferido demonstrou ser um outro indício bem como o testemunho de um vizinho que disse ter visto um homem correndo por um nicho junto do edifício.

O detective, observou  melhor os vestígios, no sentido de descobrir os executores do crime.

77 palavras

Mara

Universidade Sénior de Massamá

15 de Fevereiro de 2023

77 palavras

 pena, sorriso, fogo

 Era dia 20 de Junho de 2017, uma das frentes de fogo do incêndio de Pedrógão Grande juntou-se ao incêndio de Góis, formando uma área ardida contígua.   

Foi um drama para os habitantes. Viram casas, haveres, animais, árvores,  tudo destruído pelo incêndio, foi uma pena!  

Alguns habitantes choravam, outros em estado de choque não conseguiam articular palavra. 

Velhos e novos olhavam impotentes para aquele inferno de chamas, nem um ligeiro sorriso naqueles rostos aturdidos pelo drama. 

1 – palavras impostas:

Zuzu Baleiro, 74 anos, Massamá, Universidade Sénior de Massamá

77 palavras

 

DESAFIO 1

 

FOGO     PENA    SORRISO

Então?    terá  de  ser!,  o  entusiamo da Zuzu nestes desafios, FOGO! Eu

 sem jeito nenhum para escrever, mas vamos a isto, não deve ser dificil se

 for feito com alegria e um SORRISO vai correr bem, são muitas palavras

 para dizer qualque coisa, mas o quê? sobre? bem! Também é só um por

 semana, coisa pouca, este será o primeiro de muitos que, certamente, irão

 correr melhor.

 Pois! é PENA não tenho mesmo jeito para escrever…

 

Noémia Tomé

Universidade Senior Massamá e Monte Abraão

13 novembro 2022

Desafio 77 palavras

 Desafio nº1    - Fogo/sorriso/pena

Tinha começado o outono e os passeios eram autênticos tapetes

de folhagens quentes, num cambiante de cores que me fazem

lembrar a cor do fogo que crepita em lareiras que aquecem o

corpo e a alma.

A mãe natureza encarrega-se de nos lembrar que o verão

terminou e temos pena dos dias longos e solarengos e, assim, o

outono transporta-nos para uma certa melancolia. 

Raios de sol intercalam-se entre as nuvens e trazem de volta o

sorriso

 

Universidade Sénior de Massamá

Novembro/2022

Elizabeth Sá

Texto com a letra P 77 palavras

 A Patrícia  perguntou ao Paulo se poderiam ir passear ao  Porto.  

Para poderem viajar, Paulo precisava   permissão do sr .Pietro,  seu patrão.

O sr Pietro permitiria o passeio desde que o Paulo e a Patrícia se predispusessem   a  estarem presentes numa Parada, no Porto, preparada  para o Patriarcado,  patrocinada pelo parceiro  Patrick  Pascoal.

Partiriam pela manhã.

 

Mara

Universidade sénior de Massamá

77 palavras

15 Fevereiro 2023

SOU UM BULE RACHADO 77 palavras

Num baú, no Alentejo… há tanto tempo … muitas peças guardadas,

paninhos, talêgos, jarras, molduras, um sem fim de relíquias… uma chamou-me a atenção - o bule, que a avó usava quando eu estava em sua casa… peguei-lhe, olhei-o bem!

SOU UM BULE RACHADO! … -  parecia que falava para mim … Oh! recordação boa … a avó guardou-o bem embrulhadinho num paninho, sabia que um dia, eu o ia encontrar e me iria levar ao passado feliz… lá veio ele para o meu “armário” das recordações.

 

Noémia Tomé

61 anos

Janeiro 2023

Universidade Sénior de Massamá e Monte Abraão